Atualizado: 29 de outubro de 2010
Joseph Goebbels, o mentor das propagandas nazistas teria dito: "Uma mentira contada mil vezes torna-se verdade".
Não é de hoje que os boatos atrapalham o reto caminho das eleições. Quem não lembra nas primeiras eleições democráticas, depois do período de trevas da ditadura, do boato, que ajudou Collor a ganhar, que Lula tiraria seus bens e redistribuiria a outros?
Isso não é exclusividade do Brasil. Nos EUA, nas eleições Bush-Kerry, existia um boato alegando que se os republicanos, do partido de George W. Bush, fariam recrutamento obrigatória para os jovens americanos.
Quando falamos de Bush, parece que os fins justificam os meios, mas será mesmo? E se o boato fosse inverso? Eu não gosto do Partido Republicano - talvez metade do planeta não - mas certo não é esse jogo criminoso. As pessoas devem escolher as melhores propostas, as melhores visões e ideologias, e não tentar ganhar na base da mentira (sei, parece sonhador e infantil em um mundo cheio de seres humanos).
Aqui no Brasil o uso do boato na campanha está tomando proporções assustadoras. E tudo com ajuda da internet.